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Salve! Vamos rezar o rosário no dia 01/01/2022, a partir das 15h na paróquia. É dia da Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus e dia de confraternização universal, vamos nos reunir com Maria para agradecer, consagrar o novo ano, o nosso pais, rezar pelas intenções do Papa, pelas nossas intenções particulares. Iniciando às 17h30, teremos a solenidade de Santa Maria mãe de Deus. Iniciarmos o ano na graça de Deus!Salve! Vamos rezar o rosário no dia 01/01/2022, a partir das 15h na paróquia. É dia da Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus e dia de confraternização universal, vamos nos reunir com Maria para agradecer, consagrar o novo ano, o nosso pais, rezar pelas intenções do Papa, pelas nossas intenções particulares. Iniciando às 17h30, teremos a solenidade de Santa Maria mãe de Deus. Iniciarmos o ano na graça de Deus!

December 31, 2021 at 04:23PM

December 31, 2021 at 01:51PM

#Santo #do #dia Margarida nasceu em 1255, na Palestina. Pertencente a uma nobre família, ficou órfã perdendo, primeiro, seu pai e, em seguida, sua mãe. Foi colocada sob a tutela do irmão mais velho, João, duas vezes senador em Roma. Ao completar dezoito anos, João pensou que era tempo de casá-la. Recusando a oferta de um casamento vantajoso, Margarida contou com o apoio de Tiago, seu irmão que terminava os estudos em Bolonha. Margarida e Tiago estavam apaixonados pelo ideal franciscano. Em março de 1273, Margarida estava animada no seu propósito por uma aparição de Maria Santíssima. Desse modo, retirou-se para o convento de Clarissas de Castel San Pietro. Obteve de Jerônimo de Áscoli, ministro geral dos Frades Menores, autorização para se transferir para Santa Clara de Assis, porém, sua saúde não lhe permitiu permanecer lá. Instalou-se no Santuário de Mentorella, mas, após um tempo, acabou por voltar definitivamente para Castel San Pietro. Não estando sujeita à clausura, entregou-se às obras de caridade, principalmente junto dos enfermos que estavam acometidos por graves doenças decorrentes de pandemias que assolavam aquele tempo. Recorreu também em ajuda aos franciscanos de Zagarolo. Diante de uma necessidade, acolheu em sua casa um leproso de Poli, onde comeu e bebeu no mesmo prato. Acometida por uma úlcera em seu estômago, sofreu fortes dores por três anos, até que, em 30 de dezembro de 1280, faleceu. Foi enterrada na igreja de Castel San Pietro. Em 1285, as clarissas de Castel San Pietro receberam o mosteiro romano de São Silvestre em Cápite, para onde levaram as relíquias da Beata Margarida. Beata Margarida Colonna, rogai por nós!#Santo #do #dia Margarida nasceu em 1255, na Palestina. Pertencente a uma nobre família, ficou órfã perdendo, primeiro, seu pai e, em seguida, sua mãe. Foi colocada sob a tutela do irmão mais velho, João, duas vezes senador em Roma. Ao completar dezoito anos, João pensou que era tempo de casá-la. Recusando a oferta de um casamento vantajoso, Margarida contou com o apoio de Tiago, seu irmão que terminava os estudos em Bolonha. Margarida e Tiago estavam apaixonados pelo ideal franciscano. Em março de 1273, Margarida estava animada no seu propósito por uma aparição de Maria Santíssima. Desse modo, retirou-se para o convento de Clarissas de Castel San Pietro. Obteve de Jerônimo de Áscoli, ministro geral dos Frades Menores, autorização para se transferir para Santa Clara de Assis, porém, sua saúde não lhe permitiu permanecer lá. Instalou-se no Santuário de Mentorella, mas, após um tempo, acabou por voltar definitivamente para Castel San Pietro. Não estando sujeita à clausura, entregou-se às obras de caridade, principalmente junto dos enfermos que estavam acometidos por graves doenças decorrentes de pandemias que assolavam aquele tempo. Recorreu também em ajuda aos franciscanos de Zagarolo. Diante de uma necessidade, acolheu em sua casa um leproso de Poli, onde comeu e bebeu no mesmo prato. Acometida por uma úlcera em seu estômago, sofreu fortes dores por três anos, até que, em 30 de dezembro de 1280, faleceu. Foi enterrada na igreja de Castel San Pietro. Em 1285, as clarissas de Castel San Pietro receberam o mosteiro romano de São Silvestre em Cápite, para onde levaram as relíquias da Beata Margarida. Beata Margarida Colonna, rogai por nós!

December 30, 2021 at 07:23AM

#Santo #do #dia Tomás Becket nasceu no ano 1118 em Londres. Sua família era oriunda da Normandia. Desde muito novo, foi enviado à carreira eclesiástica. Formou-se na Abadia de Merton e, logo em seguida, frequentou a universidade de Bolonha, destacando-se pelas qualidades intelectuais. Em 1154, Henrique II, rei da Inglaterra e de parte da França, nomeou Tomás Becket como seu chanceler. Homem de confiança do rei, vivia uma vida de bem-estar e não renunciava às insígnias e aos privilégios do poder. Apesar de estar diante do soberano, Tomás Becket jamais deixou de ser generoso com os mais necessitados. A mudança na vida de Tomás Becket aconteceu, em 1162, após ser ordenado sacerdote e sagrado Bispo dois dias depois. A partir disso, tornou-se a pessoa mais irrelevante a seguir ao rei. Tomás mudou inteiramente de vida, convertendo-se num dos prelados mais austeros. Convencido de que o cargo de primeiro-ministro e o de príncipe da Inglaterra eram incompatíveis, Tomás pediu demissão do cargo de chanceler, o que descontentou muito o rei. Henrique II ficou ainda mais aborrecido quando, em 1164, por ocasião dos “concílios” de Clarendon e Northampton, o Arcebispo tomou o partido do Papa contra ele. Tomás viu-se obrigado a fugir, disfarçado de irmão leigo, e foi procurar asilo em Compiègne, junto de Luís VII. Passou, a seguir, à abadia de Pontigny e depois à de Santa Comba, na região de Sens. Decorridos quatro anos, a pedido do Papa e do rei da França, Henrique II acabou por consentir que Tomás regressasse à Inglaterra. Persuadiu-se de que poderia contar, daí em diante, com a submissão cega do Arcebispo, mas em breve reconheceu que muito se tinha enganado, pois este continuava a defender as prerrogativas da Igreja romana contra as pretensões régias. Desesperado, o rei exclamou um dia: “Malditos sejam os que vivem do meu pão e não me livram deste padre insolente”. Quatro cavaleiros tomaram à letra estas palavras, que não eram sem dúvida mais que uma exclamação de desespero. A 29 de dezembro de 1170, à tarde, vieram encontrar-se com Tomás no seu palácio, exigindo que ele levantasse as censuras que tinha imposto. Recusou-se a isso e foi com eles tranquilamente para uma capela lateral da Sé. “Morro de boa vontade por Jesus e pela santa Igreja”, disse-lhes; e eles abateram-no com as espadas. O assassinato de São Tomás comoveu muitos, tanto que, após três anos, no dia 21 de fevereiro de 1173, o Papa Alexandre III sancionou o seu martírio, elevando-o à honra dos altares. São Tomás Becket, rogai por nós!#Santo #do #dia Tomás Becket nasceu no ano 1118 em Londres. Sua família era oriunda da Normandia. Desde muito novo, foi enviado à carreira eclesiástica. Formou-se na Abadia de Merton e, logo em seguida, frequentou a universidade de Bolonha, destacando-se pelas qualidades intelectuais. Em 1154, Henrique II, rei da Inglaterra e de parte da França, nomeou Tomás Becket como seu chanceler. Homem de confiança do rei, vivia uma vida de bem-estar e não renunciava às insígnias e aos privilégios do poder. Apesar de estar diante do soberano, Tomás Becket jamais deixou de ser generoso com os mais necessitados. A mudança na vida de Tomás Becket aconteceu, em 1162, após ser ordenado sacerdote e sagrado Bispo dois dias depois. A partir disso, tornou-se a pessoa mais irrelevante a seguir ao rei. Tomás mudou inteiramente de vida, convertendo-se num dos prelados mais austeros. Convencido de que o cargo de primeiro-ministro e o de príncipe da Inglaterra eram incompatíveis, Tomás pediu demissão do cargo de chanceler, o que descontentou muito o rei. Henrique II ficou ainda mais aborrecido quando, em 1164, por ocasião dos “concílios” de Clarendon e Northampton, o Arcebispo tomou o partido do Papa contra ele. Tomás viu-se obrigado a fugir, disfarçado de irmão leigo, e foi procurar asilo em Compiègne, junto de Luís VII. Passou, a seguir, à abadia de Pontigny e depois à de Santa Comba, na região de Sens. Decorridos quatro anos, a pedido do Papa e do rei da França, Henrique II acabou por consentir que Tomás regressasse à Inglaterra. Persuadiu-se de que poderia contar, daí em diante, com a submissão cega do Arcebispo, mas em breve reconheceu que muito se tinha enganado, pois este continuava a defender as prerrogativas da Igreja romana contra as pretensões régias. Desesperado, o rei exclamou um dia: “Malditos sejam os que vivem do meu pão e não me livram deste padre insolente”. Quatro cavaleiros tomaram à letra estas palavras, que não eram sem dúvida mais que uma exclamação de desespero. A 29 de dezembro de 1170, à tarde, vieram encontrar-se com Tomás no seu palácio, exigindo que ele levantasse as censuras que tinha imposto. Recusou-se a isso e foi com eles tranquilamente para uma capela lateral da Sé. “Morro de boa vontade por Jesus e pela santa Igreja”, disse-lhes; e eles abateram-no com as espadas. O assassinato de São Tomás comoveu muitos, tanto que, após três anos, no dia 21 de fevereiro de 1173, o Papa Alexandre III sancionou o seu martírio, elevando-o à honra dos altares. São Tomás Becket, rogai por nós!

December 29, 2021 at 07:15AM

December 29, 2021 at 06:20AM

#Santo #do #dia A festa de hoje, instituída pelo Papa São Pio V, ajuda-nos a viver com profundidade este tempo da Oitava do Natal. Esta festa encontra o seu fundamento nas Sagradas Escrituras. Quando os Magos chegaram a Belém, guiados por uma estrela misteriosa, encontraram o Menino com Maria e, prostrando-se, adoraram-No e, abrindo os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes — ouro, incenso e mirra. E, tendo recebido aviso em sonhos para não tornarem a Herodes, voltaram por outro caminho para a sua terra. Tendo eles partido, eis que um Anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse-lhe: ‘Levanta-te, toma o Menino e sua mãe e foge para o Egito, e fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o Menino para o matar’. E ele, levantando-se de noite, tomou o Menino e sua mãe, e retirou-se para o Egito. E lá esteve até a morte de Herodes, cumprindo-se deste modo o que tinha sido dito pelo Senhor por meio do profeta, que disse: ‘Do Egito chamarei o meu filho’. Então, Herodes, vendo que tinha sido enganado pelos Magos, irou-se em extremo e mandou matar todos os meninos que havia em Belém e arredores, de dois anos para baixo, segundo a data que tinha averiguado dos Magos. Então, cumpriu-se o que estava predito pelo profeta Jeremias: ‘Uma voz se ouviu em Ramá, grandes prantos e lamentações: Raquel chorando os seus filhos, sem admitir consolação, porque já não existem'” (Mt 2,11-20) Quanto ao número de assassinados, os Gregos e o jesuíta Salmerón (1612) diziam ter sido 14.000; os Sírios 64.000; o martirológio de Haguenau (Baixo Reno) 144.000. Calcula-se hoje que terão sido cerca de vinte ao todo. Foram muitas as Igrejas que pretenderam possuir relíquias deles. Na Idade Média, nos bispados que possuíam escola de meninos de coro, a festa dos Inocentes ficou sendo a destes. Começava nas vésperas de 27 de dezembro e acabava no dia seguinte. Tendo escolhido entre si um “bispo”, estes cantorzinhos apoderavam-se das estolas dos cônegos e cantavam em vez deles. A este bispo improvisado competia presidir aos ofícios, entoar o Inviatório e o Te Deum e desempenhar outras funções que a liturgia reserva aos prelados maiores. Só lhes era retirado o báculo pastoral ao entoar-se o versículo do Magnificat: Derrubou os poderosos do trono, no fim das segundas vésperas. Depois, o “derrubado” oferecia um banquete aos colegas, a expensas do cabido, e voltava com eles para os seus bancos. Esta extravagante cerimônia também esteve em uso em Portugal, principalmente nas comunidades religiosas. A festa de hoje também é um convite a refletirmos sobre a situação atual desses milhões de “pequenos inocentes”: crianças vítimas do descaso, do aborto, da fome e da violência. Rezemos neste dia por elas e pelas nossas autoridades, para que se empenhem cada vez mais no cuidado e no amor às nossas crianças, pois delas é o Reino dos Céus. Por estes pequeninos, sobretudo, é que nós cristãos aspiramos a um mundo mais justo e solidário. Santos Inocentes, rogai por nós!#Santo #do #dia A festa de hoje, instituída pelo Papa São Pio V, ajuda-nos a viver com profundidade este tempo da Oitava do Natal. Esta festa encontra o seu fundamento nas Sagradas Escrituras. Quando os Magos chegaram a Belém, guiados por uma estrela misteriosa, encontraram o Menino com Maria e, prostrando-se, adoraram-No e, abrindo os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes — ouro, incenso e mirra. E, tendo recebido aviso em sonhos para não tornarem a Herodes, voltaram por outro caminho para a sua terra. Tendo eles partido, eis que um Anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse-lhe: ‘Levanta-te, toma o Menino e sua mãe e foge para o Egito, e fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o Menino para o matar’. E ele, levantando-se de noite, tomou o Menino e sua mãe, e retirou-se para o Egito. E lá esteve até a morte de Herodes, cumprindo-se deste modo o que tinha sido dito pelo Senhor por meio do profeta, que disse: ‘Do Egito chamarei o meu filho’. Então, Herodes, vendo que tinha sido enganado pelos Magos, irou-se em extremo e mandou matar todos os meninos que havia em Belém e arredores, de dois anos para baixo, segundo a data que tinha averiguado dos Magos. Então, cumpriu-se o que estava predito pelo profeta Jeremias: ‘Uma voz se ouviu em Ramá, grandes prantos e lamentações: Raquel chorando os seus filhos, sem admitir consolação, porque já não existem'” (Mt 2,11-20) Quanto ao número de assassinados, os Gregos e o jesuíta Salmerón (1612) diziam ter sido 14.000; os Sírios 64.000; o martirológio de Haguenau (Baixo Reno) 144.000. Calcula-se hoje que terão sido cerca de vinte ao todo. Foram muitas as Igrejas que pretenderam possuir relíquias deles. Na Idade Média, nos bispados que possuíam escola de meninos de coro, a festa dos Inocentes ficou sendo a destes. Começava nas vésperas de 27 de dezembro e acabava no dia seguinte. Tendo escolhido entre si um “bispo”, estes cantorzinhos apoderavam-se das estolas dos cônegos e cantavam em vez deles. A este bispo improvisado competia presidir aos ofícios, entoar o Inviatório e o Te Deum e desempenhar outras funções que a liturgia reserva aos prelados maiores. Só lhes era retirado o báculo pastoral ao entoar-se o versículo do Magnificat: Derrubou os poderosos do trono, no fim das segundas vésperas. Depois, o “derrubado” oferecia um banquete aos colegas, a expensas do cabido, e voltava com eles para os seus bancos. Esta extravagante cerimônia também esteve em uso em Portugal, principalmente nas comunidades religiosas. A festa de hoje também é um convite a refletirmos sobre a situação atual desses milhões de “pequenos inocentes”: crianças vítimas do descaso, do aborto, da fome e da violência. Rezemos neste dia por elas e pelas nossas autoridades, para que se empenhem cada vez mais no cuidado e no amor às nossas crianças, pois delas é o Reino dos Céus. Por estes pequeninos, sobretudo, é que nós cristãos aspiramos a um mundo mais justo e solidário. Santos Inocentes, rogai por nós!

December 28, 2021 at 07:25AM

December 27, 2021 at 07:09AM